Novos hábitos para 2012

A Saga do Cinema Icaraí

Por: Edgard Fonseca / edgard.fonseca22@gmail.com/ www.dizjornal.com /  edição 17/12 a 14/01/12

Naturalmente todos ficaram felizes com o resultado final da resolução do caso do Cine Icaraí. Permanecia o impasse e a cada dia que passava a situação se deteriorava mais. Em tese, parece ser um “final feliz”, mas cabem algumas ponderações, e ainda que se possa dizer que são meras especulações, ninguém peca por exercícios mentais; que na pior das hipóteses serve de aprendizado para situações futuras. É claro que era desejável que o cinema e principalmente o centro cultural fosse empreendido, não apenas por preservar o prédio que faz parte da história do bairro e da cidade, mas pela questão da preservação de um bem cultural; também a reboque vieram outros ganhos, como a criação de uma sede para Orquestra Sinfônica da UFF, a volta do cinema, um centro de atividades culturais e ainda, por último, a criação de um espaço para o “Ballet da Cidade”. Até aqui, concordamos todos. Entretanto, vamos voltar ao princípio da estória. Não importa se a empresa Kopex comprou barato ou caro e se as intenções de criar um empreendimento não vingaram. Esta é a parte menos importante neste momento. Até porque negócios são feitos para dar lucro, de acordo com as naturais leis do mercado, desde que sejam éticas. Mas, aí começamos a pensar… E vamos dar asas à imaginação: vamos imaginar que tudo já estivesse combinado entre os três atores da estória. O prefeito, o reitor e o empresário.Cada um fazendo fielmente o seu papel. A primeira questão é: se a Caixa Econômica Federal, especialista em avaliações considerou que o prédio valia dez milhões e meio, porque a prefeitura avaliou e cobrou o imposto predial na ordem de quatorze milhões? Se o reitor sabia que só dispunha dos dez milhões e meio e o empresário proprietário já havia declarado que não venderia por este preço, como ele esperava conseguir o negócio? Aí, de repente, aparece o prefeito e desapropria o imóvel, concordando com o reitor, que só dispunha apenas dos dez milhões e meio. O empresário reage e ameaça entrar na justiça, visto que tinha uma prova indefensável que era a avaliação de quatorze milhões feita por quem desapropria. Em qualquer tribunal do mundo, o empresário venceria a contenda. De novo… Não mais que de repente, o prefeito que vive a dizer que a prefeitura não tem dinheiro; que não consegue finalizar as obras da Unidade de Saúde do Largo da Batalha; que não pode pagar o aluguel social dos desabrigados do Morro do Bumba; que não asfalta as ruas que prometeu para Região Oceânica; que despediu todos os bailarinos que protestaram contra a falta de um espaço adequado para trabalhar e precisavam de melhores salários; num passe de mágica, apresenta-se como herói, oferecendo a quantia de seis milhões e meio, para resolver a questão. A única contrapartida para os “míseros” seis milhões e meio, é a destinação de um espaço para a criação de um “Corpo de Ballet” que irá criar, visto que dissolveu o anterior. Aí fica a pergunta: Não ficaria mais barato, terminar as obras do Teatro Popular, e criar um espaço para o “Corpo de Ballet” da cidade? Existiria lugar mais adequado que um teatro para abrigar atividade tão próxima e análoga? Sei que vão alegar que tudo é questão de rubrica e destinação do dinheiro; mas não teria sido fácil demais a aparição benevolente deste dinheiro, que daria para resolver a questão de medicamentos em falta, de melhores condições nas escolas municipais, dar uma forçinha na questão das enchentes de Itaipu, dar uma melhorada nas condições de conservação da cidade, que está literalmente caída? Nada contra a cultura e arte. Muito pelo contrário, mas temos que ser racionais e adequar os recursos para questões emergenciais. É só uma questão de prioridade. Como já disse, não sou contra a construção de nenhuma torre panorâmica, desde que as necessidades primárias da população estejam equacionadas. Aí, me faz pensar num grande teatro onde todos “resolvem os seus problemas”, sem que haja críticas e movimentos contrários. É simples: primeiro implanta-se o caos. Os mendigos podem morar na marquise, com necessidades fisiológicas explícitas; isso sem falar de sexo ao vivo e a cores. Deixa a casa cair… Todos gritam e a casa vai deteriorando. Protestos, tombamentos, destombamentos, desgastes inúteis, para no fim, todos exaustos, surgir um herói com seis milhões e meio na mão, (e que mão benevolente), e resolver tudo numa única canetada. O reitor conquista o espaço da sua orquestra, o empresário atinge seu objetivo de negócio, recebendo mais do que esperava e um prefeito que anda mal de popularidade, ganha o papel de herói; de resolutivo!!!??. Agora tem até guarda municipal para tomar conta do prédio, nada de mendigos, visto que o município é um dos “sócios” do lugar. Somente o povo, massa de manobra inocente e nada atento, surpresos com tanta magnitude e altos propósitos, aplaudem cantando um funk comemorativo: “tá combinado, tá tudo combinado!!!” “E todos foram felizes para sempre”.

No trânsito, o poder é de quem tem motor

O trânsito caótico das cidades cada vez se mostra mais nocivo contra a vida humana.  Dados recentes mostram que aumentou o número de mortes de ciclistas em acidentes nas ruas.

Infelizmente vivemos em um país em que a prioridade no trânsito é sempre dos automóveis, ficando os pedestres e ciclistas sempre em segundo plano. Esse tipo de visão é alimentada desde que começaram a dar os contornos para as malhas viárias que temos hoje.

As pessoas e as bicicletas são vistas como baratas que precisam ser eliminadas a qualquer custo, pois estão no caminho das máquinas. Seu espaço é cada vez mais reduzido e o respeito com o cidadão fica a cada dia mais raro.

O mais intrigante dessa estória é que as máquinas são guiadas por… pessoas!

Sim, são pessoas como você e eu que também dirigem os automóveis e ao que parece pelo menos pra mim, acabam se achando superiores quando pegam em um volante. Parecem se transfigurar e são capazes de demonstrar seu poder avançando sinais em cima de pessoas que estão atravessando nas faixas e praticamente jogando pra fora das ruas os ciclistas que se atrevem a querer disputar um espaço que para eles, tem que ser de sua primazia.

O que percebo nesses casos é um misto de poder e covardia, pois os motoristas estão quase sempre resguardados atrás de seus vidros fumês. Talvez o escuro dos vidros lhes dê a sensação de que podem estar anônimos podendo cometer um ato covarde motivado por um dia ruim ou somente por querer ter o gostinho de mostrar “quem manda”. É claro que toda a regra tem as suas exceções, por isso aplaudo aos motoristas conscientes que não fazem de seus veículos uma arma perigosa.

Entre esses personagens está uma legislação que deixa muito a desejar. E nessa briga de Davi e Golias, os menores nesse caso saem em profunda desvantagem. Mesmo com um substancial aumento do número de usuários de bicicletas nas cidades o poder está com eles, os automóveis.

Carecemos de uma malha cicloviária que possibilite o tráfego seguro das bicicletas e de uma educação voltada para o trânsito para toda a população, a fim de garantir que todos tenham conhecimento de seus direitos e deveres, se respeitando e cooperando quando estiverem nas ruas para evitar acidentes.

Mas infelizmente o que vemos é a contramão dessa estória toda em que cada vez mais aumenta o número de carros nas ruas, aumentam os níveis de poluição e os pedestres e ciclistas se vêem mais inseguros e desamparados a cada dia diante de motoristas estressados e despreparados que se acham os donos absolutos dos caminhos, exercendo todo o seu poder.

Será que ainda há tempo para mudarmos nossos paradigmas no trânsito?

A harmonia no trânsito é possível?

Uma vitória para os ciclistas

Depois de muito aguardar por uma notícia favorável, os usuários de bicicleta no Rio e em Niterói já podem comemorar uma decisão judicial que dá a gratuidade para a travessia pelas barcas gratuitamente com bicicletas. Desde 2007, quem quisesse fazer a travessia com sua bike tinha que pagar um preço absurdo para embarcar (R$4,70), além da própria passagem.

A justiça do Rio determinou que a concessionária pague multa de mil reais por cada recusa em cumprir a decisão.

Essa decisão mostra que ainda podemos esperar bons caminhos para quem se locomove via bicicleta pela cidade. É mais um incentivo para a preservação do meio ambiente e a economia no bolso dos ciclistas, além de ser um bom motivo para promover a saúde.

E que venham mais novidades saudáveis!

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/06/tj-rj-proibe-cobranca-de-tarifa-para-transportar-bicicletas-nas-barcas.html

Usuários podem voltar a atravessar de bicicleta pelas barcas sem gastar muito.

Vergonha no transporte em Niterói

Quem precisa diariamente transitar pela cidade de Niterói e o faz através de ônibus (a maioria da população) tem passado sérios apertos, literalmente, além de ficar mofando no ponto até chegar a esperada condução. Como se não bastasse o aumento da passagem, algumas linhas descaradamente parecem estar colocando menos ônibus para rodar, deixando seus passageiros em situação difícil e constrangedora. O jeito que encontram é viajar da forma que dá, pois têm horário para cumprir os seus compromissos.

Só pra dar alguns exemplos, ônibus como os da viação Araçatuba, que faz a linha Martins Torres, quando não demoram a passar estão lotados na hora de maior movimento. Outros, como os da viação Fortaleza – 57, que fazem o trajeto via Fagundes Varela são sempre escassos, fazendo seus passageiros esperarem por longos minutos para pegar a condução enquanto vêem vários outros ônibus da mesma empresa fazendo o trajeto Icaraí – Centro, que é o 53.

Até mesmo o intermunicipal que faz o trajeto Niterói – Praça XV, da viação Mauá tem dado mostras de que o serviço está a desejar. Pela manhã logo cedo são filas imensas para embarcar e na parte da tarde os ônibus parecem desaparecer da linha.

Outro absurdo foi a introdução pela viação Mauá de um ônibus “frescão” que faz o mesmo trajeto Niterói – Praça XV, cobrando R$4,65 pela passagem. R$0,80 que fazem a diferença pra qualquer trabalhador, além de ser uma falta de respeito, pois parecem querer “empurrar” essa opção com o preço maior em nome de uma comodidade a mais. Infelizmente muitos passageiros embarcam nessa, financiando essa sacanagem.

Seria até coerente oferecerem o serviço pra quem estivesse disposto a pagar por mais comodidade, porém a empresa tem feito manobras abusivas para introduzir esses ônibus no trajeto com horários chave, deixando quem quer pagar R$3,85 esperando no ponto e perdendo sua hora. Os mais desesperados acabam pagando mais caro.

Como alternativa temos as Barcas, que andam oferecendo também um serviço aquém do esperado, lotando e com filas enormes, além de tirar embarcações de horários importantes. O serviço foi privatizado, mas o governo vira e mexe está lá metendo sua colher e colocando dinheiro pra ver se a coisa melhora. Como vemos, há problemas por terra e por mar.

Alô autoridades! Cadê a fiscalização? E a fiscalização de quem fiscaliza? Reformulação já no serviço de transportes.

 

Aumento da passagem e ônibus lotados

As barcas e suas filas imperdoáveis

A vez das bicicletas em Niterói?

Já falamos aqui em posts passados sobre a situação de quem anda de bicicleta pelas ruas de Niterói. Mas para quem padece desse desleixo do governo com as pessoas em seu direito de ir e vir parece que já tem uma saída a vislumbrar no fim do túnel.

Ao que dá pra ver, andam acontecendo coisas nessa cidade que pelo menos no papel podem melhorar e muito e vida dos ciclistas. A criação de novas ciclofaixas e o estatuto da bicicleta podem sim trazer uma melhor qualidade de vida para nós que dependemos desse meio de transporte prático, barato e ecológico.

Estamos dependendo somente da boa vontade dos políticos. Torçamos para que não seja apenas mais uma idéia bonitinha pra enganar bobo. Já entrei pro bloco do tô cansado de ser enganado.

É esperar pra ver.

Banco: um ótimo negócio!

Hoje saiu uma notícia na mídia sobre o recorde de lucro do Banco do Brasil no ano de 2010. Foi registrado o maior lucro da história no país! Básicos 11,703 bilhões. Isso aí, bi-lhões… Uma alta de 10,3% em relação a 2009. Lucro e bolso cheio pra quem tem direito a uma fatia do negócio, mas é bom fazer uma breve apreciação desse cenário.

Pra começar, ir a uma agência bancária em dia de movimento é negócio de louco. Filas e mais filas e funcionário que é bom, pra dar vazão à demanda de clientes, neca! Já tem até uma lei que proíbe que os clientes fiquem mofando em filas, perdendo preciosos minutos de seu dia pra resolver um simples problema burrocrático, mas parece que isso ser respeitado é outra estória. Esse dinheiro poderia ser usado pra melhorar o atendimento, pelo menos…

E a responsabilidade social? Essa grana bem que dava de sobra pra bancar muitos projetos bacanas que tem por aí pra melhorar a vida de gente que precisa. Disso, eles nem querem ouvir falar…

Os funcionários do BB também sofrem… Assédio moral é um dos termos que fazem parte das reclamações. Desde a década de 80 aguardam a equiparação salarial com os funcionários do Banco Central, como determinado pela justiça. Quem sabe a alta cúpula do banco não resolve esse probleminha agora? Afinal, tem dim dim em caixa sobrando.

O BB teve lucro absurdo, mas ele apenas encabeça uma lista de bancos que têm se superado ano a ano em arrecadação. E pensar que tudo isso começa com a nossa própria grana que colocamos lá.

Os bancos malandramente guardam a nossa grana e a movimenta através de negócios diversos, cobrando juros absurdos. Sem falar das tarifas bancárias que inventam pra engordar seus cofres.

O cliente, que mantém o dinheiro no banco, ou necessita dele para a movimentação de seus negócios financeiros é quem financia isso tudo. O mais engraçado é que quando esse cliente toma um empréstimo, está praticamente pegando emprestado o seu próprio dinheiro, e ao pagar os juros estratosféricos desse empréstimo está somente engordando essa conta que no fim de cada ano bate um novo recorde.

Passando pelas principais vias alguém já deve ter visto uma plaquinha do BB dizendo que nesse início de ano você pode fazer um empréstimo pra resolver os probleminhas que tanto te aborrecem como escola, IPTU e etc., afinal, o dinheiro tá lá e é todinho seu… E alguém duvida que não seja?

Enfim, é côs de loco… Banco sem dúvida é um ótimo negócio.

Sem mais comentários...

A corda sempre arrebenta na mão do povo

No dia 15 de dezembro de 2010 foi aprovado por quase unanimidade pelos deputados federais o aumento de seus próprios salários. A única liderança que não se articulou pelo aumento foi a do PSOL. O reajuste foi na casa dos 61%, elevando o salário dos 513 deputados de R$16.500,00 para R$26.700,00, o mesmo valor recebido pelos ministros do STF. Nada mal, não? Não podemos esquecer que esse aumento causa um efeito cascata que por lei também aumenta o salário dos deputados estaduais e dos vereadores.

Bem, janeiro de 2011. A Presidente Dilma toma posse com a missão declarada de dar continuidade ao trabalho do Presidente Lula com o crescimento de economia, além da erradicação da pobreza, valorização dos professores, etc.

Fevereiro de 2011. Além de outros assuntos, entra em pauta o tão esperado aumento do salário mínimo. O governo bateu o martelo para que o salário passasse de R$510,00 atuais para futuros R$545,00. Sindicalistas e oposição defendem aumento para R$580,00. As prefeituras gritam e dizem que como não houve aumento na arrecadação e se o salário mínimo subir muito haverá comprometimento na prestação dos serviços públicos básicos, como educação e saúde, por exemplo.

O governo anuncia um corte nos gastos públicos na ordem de 50 bilhões de reais no intuito de segurar a inflação. Em contrapartida diz que não vai mexer no orçamento das obras do PAC, mas os concursos públicos federais são suspensos e serão reavaliados os gastos nos ministérios e nas emendas dos parlamentares.

Ok. O governo está pensando de forma coerente. Para se colocar ordem na casa nada melhor do que segurar as despesas, mas avaliemos bem quais são as prioridades… No embalo de “farinha pouca, meu pirão primeiro” os digníssimos deputados generosamente se deram um astronômico aumento para um ano de previsão de arrocho fiscal.

É claro que não dá pra comparar proporcionalmente, pois cada aumento de 1 real no salário mínimo causa impacto de despesa adicional de R$1,5 milhão no orçamento dos municípios. O problema está na distribuição desigual da grana, pois nesse país é pouca gente ganhando os tubos pra votar o próprio salário e o restante da população a ver navios tendo que carregar esse piano nas costas. E toma-lhe imposto!

Será que a sangria um dia acaba?

As raposas dentro do galinheiro

O problema da corrupção e do crime organizado no Brasil é assunto antigo e está presente em diversas esferas da sociedade. De tão antigo e notório esse leque de golpes, malandragens e afins foi até merecedor da alcunha “jeitinho brasileiro”.

Atualmente muito tem se falado a respeito do resgate da ética e do orgulho de servir ao país, de ser brasileiro. São louváveis todos os esforços empreendidos no sentido de melhorar a imagem já tão arraigada de um Estado que possui membros interessados apenas em movimentar a máquina em propósito particular.

A nossa polícia é o foco da mídia. Mais intensamente após a tomada dos conjuntos de favelas do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro. Tal fato repercutiu e teve seus efeitos na vida de milhares de pessoas que hoje estão livres da ação ostensiva de bandidos e traficantes impondo toda a sorte de ordens em nome de um poder paralelo.

O engraçado é constatar que esse mesmo poder paralelo além de ser composto pelos próprios meliantes também tinha uma ajudinha valiosa de policiais. Civis, militares e até delegados. A operação Guilhotina, da Polícia Federal, vem descortinar e responder a alguns questionamentos a respeito da origem das armas, das drogas, proteção aos bandidos e até envolvimento de algumas prefeituras em esquemas ilícitos.

Eram policiais jogando contra o próprio time, municiando o inimigo. O lobo na pele do cordeiro. Para eles, o complexo de favelas virou um garimpo de armas e drogas que voltavam para as mãos erradas. Alguns deles chegavam a faturar 100 mil por mês só de propina.

Descortina-se uma indústria muito lucrativa: a indústria do crime organizado. As denúncias chegam até o chefe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), Cláudio Ferraz. O secretário de segurança José Mariano Beltrame será o responsável pelo futuro de Ferraz após a apuração dos fatos. O delegado Carlos Antonio Luiz de Oliveira, ex-subchefe da Polícia Civil e atual subsecretário de operações da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) teve a casa vasculhada e já é considerado foragido.

Vivemos na expectativa de que esses eventos causem bons resultados e ganhem vulto cada vez maior para que a cada dia tenhamos menos dúvidas a respeito de quem está vestindo a farda e o paletó. Se é polícia, cidadão ou bandido.

Esperamos, outrossim, que ocorra uma onda de moralização em todas as esferas da sociedade, pois sabemos que há mais caroço embaixo desse angu e basta um pouco mais de afinco para que ele apareça. A sociedade já está cansada de conviver com as velhas e espertas raposas pançudas dentro de seu galinheiro.

Pega o meliante!